tradução do livro

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Esconda Esconda Publicação1

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Amnesia of the Heart port

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Por favor, deixe um comentário, ou envie um email para

declanconner@hotmail.com

Obrigado Declan Conner

*

*O mistério do roupão vermelho– Kindle edition

Obrigada Samuel para esta tradução

Esconde – Esconde

Cinco horas de uma manha fria de Novembro. Sexta– feira, dia 14, para ser exato. Carl Jones não conseguiria esquecer aquela data, era para ser o dia de celebrar seu aniversário de trinta e seis anos.

Carl caminhou pela estrada em direção à estação de Bakersfield, localizada nos limites da cidade. O sol estava visivel no horizonte, uma enorme meia esfera cor de âmbar. Ainda levariam algumas horas até que seus raios viessem a ter efeito sobre a geada na grama da ladeira. Mas ele notava bolsões de névoa se formando ao longo do campo gramado. Uma corrente de ar frio chicoteou seu rosto. Seus cabelos longos mantinham suas orelhas aquecidas, mas seu largo nariz ganchudo começou a gelar. Puxou a mascara de sky, cobrindo todo o rosto para se proteger do frio e enfiou as mãos até o fundo dos bolsos. Avistou a ponte sobre o rio uqe o levaria àentrada da estação, mas logo ela desapareceu na densa branquidão do nevoeiro.

Tateando o corrimão para se manter no caminho, ele começou a travessia. Sentiu algo estranho, como se alguém o seguisse. Olhou por cima do ombro, nínguem, silêncio,

Enrolou a máscara de esqui até a testa, descobrindo o rosto. O som do sino da estação ficava mais e mais alto. “Quase lá”, ele pensou.

Era a primeira vez em vinte e outo anos que ele usava aquela estação. Com aa cidade a oitenta quilometro adiante e estrada coberta de gelo, ele pensou que seria melhor tomar o trem. Além disso, tinha consigo um livro que desejava ler queria ter uma jornada relaxante. Achou um banco vazio na plataforma. Os ponteiros do relógio da estação pareciam ter travado em uma e meia. Tudo estava em um silêncio fúnebre, o sino parara de tocar e a briza estava calma, completamente emudecida.

Sentiu algum conforto quando pode ver a borda da plataforma e sentou-se no banco de madeira. Olhou de um lado para o outro, não viu nenhuma outra pessoa a esperar o trem. Mas ainda eram apenas cinco e quinze e a visibilidade era ruim. A estação tinha duas paradas ao longo da linha, então ele não esperavaque o trem começasse a encher por umas cinco paradas ou mais. Tateou o bolso e sentiu-se aliviado quando seus dedos distinguiram o formato do livro, Shogun, de James Clavell. Por um momento achou que o tinha deixado para trás. Uma música invadiu sua mente, Imagine, de Johm Lennon, mas não pode passar das primeiras três linhas da letra. Os sons do trem se aproximando dissiparam gradativamente o silêncio, tornando-se cada vez mais altos até se transformarem em único grito doloroso que cessa quando o trem para ao lado da plataforma. A porta de passageiros abriu com uma pancada e um guarda salta para a plataforma.

– Névoa danada. – disse o guarda – Dá para ver tudo, até fazer a curva do rio. Esteja a bordo quando eu tocar o sino. – e  desceu com pressa pela plataforma.

O trem limpou um pouca névoa do caminho. Carl pode ver o guarda novamente, pouco antes dele desaparecer na branco, passando pelas silhuetas de um homem e uma menina embarcando. Uma mulher ficou para trás acenando, como quem manda um filho numa jornada. Sentiu milhares de agulhas picaram todo seu corpo quando a brisa gelada passou por ele novamente. Ele embarcou, fechou a porta e dirigiu– se a um assento no meio do vagão. Teve a sensação de que o homem e a menina passaram por ele, mas não deu atenção e jogou sua bolsa no compartimento de bagagem e sentou.

“O aquecedor não está funcionando”, estremeceu. A temperatura de dentro to trem parecia mais baixa do que a do lado de fora. Puxou para cima a gola da jaqueta, cruzou os braços colocando aquecendo as mãos sob os braços e colou o queixo no peito. Não adiantou, esfregou as mãos para aquecê-las. Uma rápida olhada em um reflexo estampado na janela fez seu coração dar um pulo. Por um rápido momento, pensou ter visto a imagem de um menino, mas uma limpada com a manga da jaqueta refelou seu próprio reflexo. “Idiota”.

O trem começou a tomar velocidade, devagar, aumentando gradativamente a velocidade, batendo, batendo até alcançar um ritmo hipnótico. Seu corpo parecia ter se acostumado ao frio e ele procurou o livro no bolso da jaqueta. “Mas que… como isso aconteceu?”

Os Vinte e Um Balões Vermelhos

de Willian Pene du Bois

Leu na capa do libro. Abriu na primeira pagina. Havia uma dedicatória acima do título: Para Carl, feliz aniversário. Com amor, sua mãe. 14 de Novembro de 1947. Sua chateação baixou e ele sorriu. “Ela deve ter trocado os livros… Mãe.” Era justamente o tipo de supresa que ela faria a ele. Talvez para lembrá– lo de que ele decidiu gastar seu primeiro aniversário longe dela. “Shogun terá que esperar”. Folheou por algumas páginas. “Cara, que coisa esquisita.” Então retornou a página do título. “Quarenta e Sete? Está de brincadeira? Um livro infantil?” Respirou fundo, botou o livro de volta no bolso da jaqueta e caiu no, suavemente …

– Estou esperando… pronta ou não.

A voz quase cantou as palavras. A imagem de uma garota apareceu, seu rosto pálido emoldurado com o cabelo embaraçado  e uma expressão privada de emoção. O branco dos seus olhos estava empretecido, mas, ainda assim, seus olhos brilhavam. Uma única lágrima rolou do canto de seu olho até seu pqueno queixo. De repente, o corpo dela sacudiu de um lado para o outro, então um ruído agudo feriu os ouvidos dele. Panico tomou conta de sua mente e ele lutou pra abrir os olhos e agarrou fortemente o apoio de cabeça da poltrona, acordou. Uma olhada rápida pela janela e percebeu que o trem estava em uma curva. Por um momento tinha esquecido que estava a bordo de um trem. “Porra, deve ter sido um pesadelo”. As rodas do trem batiam e rangiam na linha de ferro. Quando a curva terminou, a viagem ficou mais suave,  e a tensão aliviou– se.

Uma das suas pernas encolhidas na frente do banco endureceu. Puxou a perna e tirou o sapato, deixando– o cair embaixo do banco da frente. Abaixava– se para procurar pelo sapato quando ouviu a poerta abrir e feixar atrás dele.

Obrigada Anderson para esta tradução. Livro em Kindle

O mistério do roupão vermelho

Novata como detetive de homicídios, Nancy Roberts sentia grande prazer em suas caminhadas pelo bosque local no início da manhã. Naquela manhã de sexta-feira não foi diferente. Era o seu momento especial para perder-se na inocência da natureza e esquecer a desumanidade diária que encontrava nas ruas. Enquanto passeava ao longo da trilha, chutava a folhagem do inverno em decomposição, liberando odores de uma estação passada. Então uma dor ardente e súbita tomou conta dela. Ela bateu os dedos do pé em uma pedra. “Aargh,” gritou. A dor inicial foi intensa. Isto a fez sentir náuseas, e então ela sentou-se na encosta coberta de grama ao lado de um matagal. Tirou o tênis e começou a esfregar os dedos dos pés quando um som chamou sua atenção. Era o farfalhar das folhas sendo empurradas para cima ao longo da trilha. Seria um barulho alto demais para um pequeno animal? Chegando mais perto da moita, esticou o pescoço e olhou através de uma espessa camada de folhas.

The Mystery of the Crimson Robe (UK English)

Rookie homicide Detective, Nancy Roberts, took great pleasure in her early morning walks in the local woods. This particular Friday morning was no exception. It was her special time to lose herself in the innocence of nature and forget the daily inhumanity she encountered on the streets. As she ambled along the trail, she kicked at the winter’s decaying foliage, releasing odours of a season past. A sudden searing pain gripped her. She stubbed her toes on a rock. “Aargh,” she shrieked. The initial pain was intense. It caused her to feel nauseated, and she sat down on the grassy slope beside a thicket. She removed her sneaker and began to rub her toes when a sound caught her attention. It was the distinct sound of rustling leaves being kicked up along the trail. Too loud for a small critter? Edging closer to the bush, she craned her neck and peered through a thick cover of leaves.

Comments
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  2. Aleisha says:

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